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Título: Avaliação da dinâmica folicular e taxa de ovulação de Vacas bos indicus após aplicação consecutiva de 8 doses de eCG
Autor(es): Stuhr, Bhárbara Delboni
Orientador(es): Loureiro, Barbara
Palavras-chave: Corpo lúteo - Fertilidade - Imunidade - IATF
Data do documento: 1-Mar-2016
Resumo: A gonadotrofina coriónica equina (eCG) é uma glicoproteína produzida nos cálices endometriais da égua prenha entre 40 a 130 dias de gestação. Em bovinos, é utilizada em associação com os protocolos hormonais de sincronização do estro. Por ter função de FSH e LH, o eCG cria condições de crescimento folicular e ovulação, tornando os animais mais responsivos a onda de LH. Assim, este estudo teve como objetivo avaliar o crescimento dos folículos antrais, diâmetro do folículo pré-ovulatório e corpo lúteo (CL) e taxa de ovulação em vacas bos indicus submetidas a um protocolo de sincronização do estro em associação com eCG por oito vezes consecutivas. Dez vacas de corte, cíclicas, multíparas, solteiras e criadas a pasto foram divididas em dois grupos: grupo controle (n = 5) e grupo eCG (n = 5). Em um intervalo de 30 dias, os animais foram submetidas a um mesmo protocolo, totalizando 8 re-sincronizações. No dia 0 receberam um implante intravaginal de progesterona e aplicação intramuscular de 2 mg de benzoato de estradiol (BE). No dia 7, os animais receberam 500 mg de cloprostenol de sódio. No dia 9, o implante foi removido e 0,6 mg de cipionato de estradiol foi aplicado, as vacas do grupo de tratamento receberam também 300 UI de eCG. Para avaliação dos folículos ovarianos e corpo lúteo, foram realizados exames ultrassonográficos nos dias 4, 10 e 18 do protocolo de sincronização. No dia 4 do protocolo (aproximadamente 1,5 dias após o recrutamento folicular) para contar folículos antrais, no dia 10, contar folículos antrais e medir o tamanho do maior folículo e no dia 18 para medir o diâmetro do CL. Todos os dados foram analisados utilizando o programa estatístico SAS (SAS 9.2, North Carolina, USA). Não foi encontrada diferença significativa no número de folículos antrais e o tamanho do folículo pré ovulatório entre os grupos. No entanto, as vacas que foram tratadas com eCG tinham um maior (P < 0.05) CL e aumentaram (P < 0.05) a taxa de ovulação (18 mm e 92%, respectivamente) quando comparadas com o grupo controle (14,1 mm e 80%, respectivamente). Além disso, os tratamentos consecutivos com eCG não afetaram o CL nem as taxas de ovulação. Em conclusão, o tratamento com eCG aumentou o tamanho do CL e taxa de ovulação, mesmo depois de 8 tratamentos consecutivos.
URI: https://repositorio.uvv.br//handle/123456789/266
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