Bioestimuladores de colágeno injetáveis: revisão integrativa da literatura

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O envelhecimento cutâneo configura-se como um processo multifatorial, resultante da interação entre fatores intrínsecos e extrínsecos. Trata-se, portanto, de um fenômeno fisiológico e inevitável, que repercute negativamente na autoestima dos indivíduos, o que, por sua vez, contribui para o aumento da demanda por intervenções voltadas à prevenção e ao controle dos sinais clínicos do envelhecimento. Os bioestimuladores injetáveis de colágeno emergem como uma abordagem amplamente utilizada para garantir a reestruturação da pele e dos tecidos moles, de maneira minimamente invasiva, sem a necessidade de recorrer a procedimentos energéticos ou cirúrgicos. Assim, este artigo apresenta como objetivo fundamental relatar os tipos de bioestimuladores injetáveis de colágeno, com escopo de que tais peculiaridades possam ser consideradas, para proporcionar o tratamento mais personalizado e adequado ao paciente conforme as suas necessidades. A metodologia da pesquisa consistiu em uma revisão bibliográfica. As bases de dados usadas foram: PubMed, Google Acadêmico e SciELO. Foram ainda utilizados livros da biblioteca online da Universidade Vila Velha. Em relação aos resultados obtidos, os estudos avaliados mostraram que a utilização de bioestimuladores de colágeno como a hidroxiapatita de cálcio, o ácido poli-L-lático e a policaprolactona proporcionam, cada um a sua maneira de agir, rejuvenescimento facial e corporal da pele, garantindo melhora da firmeza, da espessura e elasticidade, minimizando rugas e flacidez.

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