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https://repositorio.uvv.br//handle/123456789/693
Título: | Avaliação comparada do óleo essencial da oleorresina de duas copaibeiras brasileiras e seus efeitos sobre o desenvolvimento larvar de STEGOMYIA AEGIPTI Linneaus, 1754 |
Autor(es): | Silva, Geraldo Gomes da |
Orientador(es): | Silva, Ary Gomes da |
Palavras-chave: | Copaifera - Bálsamo - Larvicida - Aedes - Culicidae - Mosquitos - Vetores - Leguminosae - Fabaceae |
Data do documento: | 23-Mar-2012 |
Resumo: | A Dengue é uma doença causada por quatro sorotipos antigenicamente diferentes do arbovírus Flavivirus, transmitidos por mosquitos do gênero Stegomyia. Não existindo vacina que confira imunidade permanente aos sorotipos nem às suas variações genéticas, a principal medida de combate à doença é o controle vetorial através de inseticidas químicos. Diante desta estratégia, observou-se o surgimento de alterações da susceptibilidade de St. aegypti a organofosforados e piretróides em vários países e o surgimento da seleção de populações resistentes. Inseticidas biológicos e reguladores de crescimento foram alternativas de controle. Porém, outro método possível de controle do mosquito consiste no uso de compostos semioquímicos provenientes de extratos naturais e de óleos essenciais de plantas vem sendo estudado na busca de substâncias bioativas que diminuíam a dependência aos químicos. O objetivo deste estudo foi avaliar o potencial larvicida dos óleos essenciais de Copaifera langsdorffii Desf., originária da Mata Atlântica, e Copaifera multijuga Hayne, originária da Floresta Amazônica contra St. aegypti. Das oleoresinas foram extraídos os óleos essenciais por hidrodestilação. Realizou-se a análise por cromatografia gasosa de alta resolução acoplada a espectrometria de massa - GC-MS - para a identificação dos componentes do óleo essencial de cada uma das copaibeiras. Nos bioensaios larvas de St. aegypti foram expostas a diferentes concentrações dos óleos e verificou-se a atividade larvicida e o período de atividade larvicida após exposição aos óleos nos intervalos 0, 24, 48 e 72 horas. A regressão probítica estimou as CL50, CL95 e CL99, e o melhor ajuste ao modelo, para o óleo essencial de ambas as espécies, foi obtido 24 horas a exposição das larvas ao óleo essencial. Assim, foram assumidas como CL50, CL95 e CL99, respectivamente, para C. langsdorffii, os valores em ppm de 97,63 ± (4,45) 128,19 ± (14,02), 452,26 ± (74,44); e de 314,91 ± (15,32), 751,18 ± (54,02) e 1076,75 ± (107,11) para C. multijuga. Neste momento, o óleo essencial de C. langsdorffii se apresentou 2,23 ± (0,47) vezes mais potente que o de C. multijuga. Análise GC-MS indicou entre os compostos majoritários o α-copaeno como o composto de maior capacidade para caracterizar as duas espécies de Copaifera. Enquanto o -duprezianeno e o E-cariofileno como os compostos que permitem distinguir, respectivamente, C. langsdorffii de C. multijuga. Os resultados indicaram a potencialidade inseticida desses óleos contra larvas de St. aegypti em condições laboratoriais. |
URI: | https://repositorio.uvv.br//handle/123456789/693 |
Aparece nas coleções: | Dissertação de Mestrado |
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