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dc.contributorVasquez, Elisardo Corral-
dc.contributor.authorLima, Bruna Anastacio de-
dc.date.accessioned2023-09-06T14:41:52Z-
dc.date.available2023-09-06T14:41:52Z-
dc.date.issued2023-06-02-
dc.identifier.urihttps://repositorio.uvv.br//handle/123456789/1003-
dc.description.abstractEstudos recentes demonstram que as comunidades microbiológicas que abrigam a vagina humana sofrem alterações dinâmicas devido a alterações hormonais, comportamentais e físico-químicas urogenitais. A distribuição do número e abundância de diferentes tipos de organismos relacionados ao estado de disbiose tem sido associada a diversas doenças humanas e considerada o “Lactobacillus” membro dominante da flora vaginal na maioria das mulheres. Portanto, o objetivo do presente estudo foi avaliar a associação da hipertensão e a atuação dos lactobacilos na microbiota do fluido vaginal de gestantes hipertensas em comparação com gestantes normotensas. A população do estudo compreendeu gestantes internadas para trabalho de parto em duas maternidades localizadas na cidade de Vitória e região metropolitana. O primeiro critério foi obter consentimento livre e assinado para ser voluntário. As gestantes foram classificadas como hipertensas ou normotensas, com base nos valores sistólicos e diastólicos comparados aos valores de referência das diretrizes. O estudo consistiu em dados socioeconômicos e culturais coletados por meio de questionário, dados clínicos de pressão arterial sistólica e diastólica e amostras de líquido vaginal de gestantes. Na análise do fluido vaginal, a taxa de crescimento dos microrganismos foi obtida através da quantificação de Lactobacillus e Bifidobacterium. As colônias foram contadas e os resultados expressos como crescimento percentual. A investigação mostrou que gestantes hipertensas apresentavam disbiose da microbiota vaginal associada à falha de crescimento bacteriano (60% do grupo hipertenso versus 10% do grupo normotenso) e menor crescimento de Lactobacillus em comparação ao grupo normotenso (40% do grupo hipertenso versus 80 % do grupo normotenso). Essa proporção também foi observada nos valores sistólicos e diastólicos no pré e pós-parto, sendo que o grupo de gestantes hipertensas apresentou valores pressóricos mais elevados. Consequentemente, a idade gestacional média associada ao trabalho de parto foi de 38 ± 0,7 semanas no grupo hipertenso e 40 ± 1,2 semanas no grupo normotenso. Por fim, a maioria das gestantes hipertensas foi submetida à cesariana (65% versus 20% do grupo normotenso). Os resultados obtidos levam-nos a concluir que a hipertensão pode estar associada à disbiose vaginal em grávidas hipertensas, após alterações importantes nas taxas de lactobacilos neste grupo.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectHipertensãopt_BR
dc.subjectGestaçãopt_BR
dc.subjectMicrobiotapt_BR
dc.subjectLactobacilluspt_BR
dc.subjectDisbiosept_BR
dc.subject.vocabularyCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::FARMACIApt_BR
dc.subject.vocabularyCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::BIOQUIMICApt_BR
dc.titleComparação da microbiota vaginal de gestantes normotensas e hipertensaspt_BR
dc.typeDissertationpt_BR
dc.publisher.countrybrasilpt_BR
dc.description.resumoRecent studies demonstrate that microbiological communities that harbor the human vagina undergo dynamic changes due to hormonal, behavioral and physical-chemical urogenital alterations. The distribution of number and abundance of different types of organisms related to the state of dysbiosis has been associated with several human diseases and considered the “Lactobacillus” dominant member of the vaginal flora in most women. Therefore, the aim of the present study was to evaluate the association of the hypertension and the performance of lactobacillus regarding the microbiota of the vaginal fluid of hypertensive pregnant women compared to normotensive pregnant women. The study population comprised pregnant women hospitalized for labor in two maternity hospitals located in the city of Vitória and the metropolitan region. The first criterion was to obtain free and signed consent to volunteer. Pregnant women were classified as hypertensive or normotensive, based on systolic and diastolic values compared to guideline reference values. The study consisted of socioeconomic and cultural data collected through a questionnaire, clinical data on systolic and diastolic blood pressure, and vaginal fluid samples from pregnant women. In the analysis of the vaginal fluid, the growth rate of microorganisms was obtained through the quantification of Lactobacillus and Bifidobacterium. Colonies were counted and the results expressed as percentage growth. The investigation showed that hypertensive pregnant women had vaginal microbiota dysbiosis associated with bacterial growth failure (60% of the hypertensive group versus 10% of the normotensive group) and less growth of Lactobacillus compared to the normotensive group (40% of the hypertensive group versus 80% of the normotensive group). This proportion was also observerd in systolic and diastolic values in the pre-and post-partum period, with the group of hypertension pregnant women showing higher blood pressure values. Consequently, the mean gestational age associated with labor was 38 ± 0.7 weeks in the hypertensive group and 40 ± 1.2 weeks in the normotensive group. Finally, most hypertensive pregnant women underwent cesarean section (65% versus 20% of the normotensive group). The results obtained lead us to conclude that hypertension may be associated with vaginal dysbiosis in hypertension pregnant following important changes in lactobacillus rates in this group.pt_BR
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