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dc.contributorLira, Pablo Silva-
dc.contributor.authorColatto, Fabio Alcantara-
dc.date.accessioned2024-12-02T11:29:55Z-
dc.date.available2024-12-02T11:29:55Z-
dc.date.issued2018-05-25-
dc.identifier.urihttps://repositorio.uvv.br//handle/123456789/1743-
dc.description.abstractO sistema prisional é muito mais que “apenas uma simples questão de grades e muros, de celas e trancas, como pensam muitos” disse com muita propriedade Susann Cordeiro, em 2006. A palavra “sistema” já denota a complexidade de fatores e variáveis que precisam ser administrados para se tornar viável a função final do sistema carcerário que é preparar o indivíduo para voltar à sociedade e servir como desestímulo à prática de crimes. Até os anos 2000, o Espírito Santo viveu um período turvo em seu sistema prisional. Uma estrutura arcaica e sem investimentos levou o estado a responder perante a sociedade brasileira e até para órgãos internacionais pela falta de administração em seu sistema de custódia. Como resposta às exigências impostas por melhorias houve um significativo investimento em políticas carcerárias a partir da segunda metade dos anos 2000. A consequência disso foi que o Espírito Santo passou a ser exemplo de administração prisional no Brasil pela baixa incidência de violência, fugas e conflitos em suas unidades prisionais. Esse novo modelo de gestão começou a ser implantado através de uma unidade chamada Penitenciária de Segurança Máxima II (PSMA II), localizada no município de Viana - ES e posteriormente difundido entre as demais unidades do sistema prisional do estado. O trabalho apresentado visa revelar quais foram os pontos considerados para a implementação desse modelo de política prisional e fazer uma análise crítica de seus resultados para a recuperação de pessoas presas.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectSistema prisional - Espírito Santo (Estado)pt_BR
dc.subjectGestão do sistema prisionalpt_BR
dc.subjectPolítica prisionalpt_BR
dc.titleGestão do sistema prisional: uma análise sobre o caso do Espírito Santopt_BR
dc.typeDissertationpt_BR
dc.publisher.countrybrasilpt_BR
dc.description.resumoThe prison system is much more than “just a simple matter of bars and walls, cells and locks, as many people think,” Susann Cordeiro aptly stated in 2006. The word “system” itself denotes the complexity of the factors and variables that need to be managed to achieve the ultimate purpose of the prison system, which is to prepare individuals for reintegration into society and to serve as a deterrent to crime. Until the 2000s, Espírito Santo experienced a turbulent period in its prison system. The archaic infrastructure and lack of investment led the state to answer not only to Brazilian society but also to international organizations for the mismanagement of its custody system. In response to demands for improvement, substantial investment in prison policies began in the second half of the 2000s. As a result, Espírito Santo became a model of prison management in Brazil, marked by low levels of violence, escapes, and conflicts within its prison units. This new management model began with the implementation of Maximum Security Penitentiary II (PSMA II), located in the city of Viana, ES, and was later extended to other units in the state prison system. The aim of this work is to highlight the key elements considered in the implementation of this prison policy model and to provide a critical analysis of its impact on prisoner rehabilitation.pt_BR
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