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dc.contributorEndringer, Denise Coutinho-
dc.contributor.authorCorteletti, Mayra Campista-
dc.date.accessioned2025-03-25T14:40:29Z-
dc.date.available2025-03-25T14:40:29Z-
dc.date.issued2024-11-25-
dc.identifier.urihttps://repositorio.uvv.br//handle/123456789/1909-
dc.description.abstractO Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade é um distúrbio cerebral que se caracteriza por um padrão de desatenção, hiperatividade e impulsividade, tendo o metilfenidato como o medicamento de escolha para o tratamento. O objetivo do presente estudo foi realizar estudo de utilização do metilfenidato fornecido pelo SUS dos municípios da região metropolitana de saúde do Estado do Espírito Santo. Trata-se de um estudo descritivo e analítico, com a coleta de dados realizada por meio dos sistemas informatizados de dispensação de medicamentos dos pacientes cadastrados e que faziam retirada de metilfenidato no período de janeiro de 2019 a dezembro de 2022. Os dados coletados foram transferidos para uma planilha do Software Excel Microsoft® e realizadas análises estatísticas descritivas e quantitativas. Cinco mil novecentos e trinta (55,09%) pacientes fizeram retirada do medicamento metilfenidato nas Farmácias do componente especializado que atendem municípios da região metropolitana de saúde do Estado do Espírito Santo no período de 2019 a 2022, sendo 73,52% (n=4360) representados pelo sexo masculino, tendo como idade média 15 anos. 89,68% (n=5318) foram atendidos pelo neurologista. Para 10,91% (n=647) foi necessitado o ajuste de dose, onde, para 9,39% (n=557) foi realizado o aumento de dose. Houve judicialização para 0,27% (n=16). 100% (n=5930) apresentaram dosagens de TSH e T4 Livre no início do tratamento e 91,70% (n=5438) apresentaram as dosagens laboratoriais anualmente para retirada do medicamento. 99,70% (n=5912) tiveram pausa de um mês no tratamento e 85,95% (n=5097) seguiram o tratamento. A média de retiradas de medicamentos no ano de 2019 foi de 5,9, de 2020 foi de 5,3, de 2021 foi de 3,7 e 2022 foi de 2,6. Com o presente estudo foi possível evidenciar a não adesão ao tratamento medicamentoso no período de estudo além de não cumprimento do protocolo clínico, o que infere a necessidade de planejamento e gestão de políticas públicas relacionadas ao uso racional de medicamentos.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectMetilfenidatopt_BR
dc.subjectEstudos de utilização de medicamentospt_BR
dc.subjectTranstorno do Déficit de Atenção e Hiperatividadept_BR
dc.subjectComponente especializadopt_BR
dc.subjectSistema Único de Saúdept_BR
dc.subject.vocabularyCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEpt_BR
dc.subject.vocabularyCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::FARMACIApt_BR
dc.titleEstudo de utilização do metilfenidato fornecido pelo SUS do Estado do Espírito Santopt_BR
dc.typeThesispt_BR
dc.publisher.countrybrasilpt_BR
dc.description.resumoAttention Deficit Hyperactivity Disorder is a brain disorder characterized by a pattern of inattention, hyperactivity, and impulsivity, with methylphenidate as the drug of choice for treatment. The objective of this study was to conduct a study on the use of methylphenidate provided by the SUS of the municipalities of the metropolitan health region of the State of Espírito Santo. This is a descriptive and analytical study, with data collection carried out through computerized drug dispensing systems of registered patients who were withdrawing methylphenidate from January 2019 to December 2022. The collected data were transferred to a Microsoft® Excel Software spreadsheet and descriptive and quantitative statistical analyses were performed. Five thousand nine hundred and thirty (55.09%) patients withdrew the medication methylphenidate from specialized component pharmacies serving municipalities in the metropolitan health region of the State of Espírito Santo from 2019 to 2022, of which 73.52% (n = 4360) were male, with a mean age of 15 years. 89.68% (n = 5318) were seen by a neurologist. For 10.91% (n = 647), a dose adjustment was necessary, while for 9.39% (n = 557), a dose increase was performed. There was legal action for 0.27% (n = 16). 100% (n=5930) presented TSH and Free T4 dosages at the beginning of treatment and 91.70% (n=5438) presented laboratory dosages annually to withdraw the medication. 99.70% (n=5912) had a one-month break in treatment and 85.95% (n=5097) continued the treatment. The average number of medication withdrawals in 2019 was 5.9, in 2020 it was 5.3, in 2021 it was 3.7 and in 2022 it was 2.6. This study demonstrated non-adherence to medication treatment during the study period, in addition to non-compliance with the clinical protocol, which infers the need for planning and management of public policies related to the rational use of medications.pt_BR
Aparece en las colecciones: Tese de Doutorado

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