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https://repositorio.uvv.br//handle/123456789/1909
Título : | Estudo de utilização do metilfenidato fornecido pelo SUS do Estado do Espírito Santo |
Autor : | Corteletti, Mayra Campista |
metadata.dc.contributor: | Endringer, Denise Coutinho |
Palabras clave : | Metilfenidato - Estudos de utilização de medicamentos - Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade - Componente especializado - Sistema Único de Saúde |
Fecha de publicación : | 25-nov-2024 |
Resumen : | O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade é um distúrbio cerebral que se caracteriza por um padrão de desatenção, hiperatividade e impulsividade, tendo o metilfenidato como o medicamento de escolha para o tratamento. O objetivo do presente estudo foi realizar estudo de utilização do metilfenidato fornecido pelo SUS dos municípios da região metropolitana de saúde do Estado do Espírito Santo. Trata-se de um estudo descritivo e analítico, com a coleta de dados realizada por meio dos sistemas informatizados de dispensação de medicamentos dos pacientes cadastrados e que faziam retirada de metilfenidato no período de janeiro de 2019 a dezembro de 2022. Os dados coletados foram transferidos para uma planilha do Software Excel Microsoft® e realizadas análises estatísticas descritivas e quantitativas. Cinco mil novecentos e trinta (55,09%) pacientes fizeram retirada do medicamento metilfenidato nas Farmácias do componente especializado que atendem municípios da região metropolitana de saúde do Estado do Espírito Santo no período de 2019 a 2022, sendo 73,52% (n=4360) representados pelo sexo masculino, tendo como idade média 15 anos. 89,68% (n=5318) foram atendidos pelo neurologista. Para 10,91% (n=647) foi necessitado o ajuste de dose, onde, para 9,39% (n=557) foi realizado o aumento de dose. Houve judicialização para 0,27% (n=16). 100% (n=5930) apresentaram dosagens de TSH e T4 Livre no início do tratamento e 91,70% (n=5438) apresentaram as dosagens laboratoriais anualmente para retirada do medicamento. 99,70% (n=5912) tiveram pausa de um mês no tratamento e 85,95% (n=5097) seguiram o tratamento. A média de retiradas de medicamentos no ano de 2019 foi de 5,9, de 2020 foi de 5,3, de 2021 foi de 3,7 e 2022 foi de 2,6. Com o presente estudo foi possível evidenciar a não adesão ao tratamento medicamentoso no período de estudo além de não cumprimento do protocolo clínico, o que infere a necessidade de planejamento e gestão de políticas públicas relacionadas ao uso racional de medicamentos. |
URI : | https://repositorio.uvv.br//handle/123456789/1909 |
Aparece en las colecciones: | Tese de Doutorado |
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