Não é sobre identidade: uma autoetnografia interseccional

dc.contributorRosa, Pablo Ornelas
dc.contributorCorrêa, Diogo Silva
dc.contributor.authorContarato, Fabiano
dc.coverage.spatialbrasil
dc.date.accessioned2025-12-08T18:40:29Z
dc.date.available2025-12-08T18:40:29Z
dc.date.issued2024-12-16
dc.description.abstractThe master’s thesis that I present to the Graduate Program in Political Sociology of the University Vila Velha (UVV) adopted autoethnography as a research method, articulated with an analysis conducted by the sociological perspectives of intersectionalities, aiming to problematize about the different situations I faced throughout my life, which were marked by prejudices involving issues of class, gender, sexuality, race among others. It is important to note that the research was strongly inspired by authors such as Didier Eribon, Annie Ernaux and Édouard Louis in the preparation of the first chapter entitled "Autoetnographic memories", in which stories from my past, that are gradually described and analyzed, as well as was also decisive for the elaboration of the fourth chapter. In the second chapter, entitled "An intersectional autoethnography", I present a literature review on the autoethnographic method and intersectional analysis. In the third chapter, "Tecnoconservatism and intersectional criticism", I debated with some of its critics, proposing an analysis from a black feminist perspective anchored in Maria Aparecida da Silva Bento, to, in the final chapter, "It’s not about identity, it’s about experiences", develop a critical analysis about the use of identity and identitarianism as forms of disqualification of historical struggles of subordinate groups.
dc.description.resumoA dissertação de mestrado que apresento ao Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política da Universidade Vila Velha (UVV) adotou a autoetnografia enquanto método de pesquisa, articulada com uma análise conduzida pelas perspectivas sociológicas das interseccionalidades, objetivando problematizar sobre as distintas situações por mim enfrentadas ao longo da minha vida, que foram marcadas por preconceitos envolvendo questões de classe, gênero, sexualidade, raça dentre outros. Importante salientar que a pesquisa contou com uma forte inspiração de autores como Didier Eribon, Annie Ernaux e Édouard Louis na elaboração do primeiro capítulo intitulado “Memórias autoetnografadas”, em que relato histórias do meu passado, que vão sendo paulatinamente descritas e analisadas, assim como também foi determinante para a elaboração do quarto capítulo. No segundo capítulo, intitulado “Uma autoetnografia interseccional”, apresento uma revisão da literatura sobre o método autoetnográfico e a análise interseccional. No terceiro capítulo, “Tecnoconservadorismo e crítica interseccional”, debato com alguns de seus críticos, propondo uma análise a partir de uma perspectiva feminista negra brasileira ancorada em Maria Aparecida da Silva Bento, para, no capítulo final, “Não é sobre identidade, é sobre experiências”, desenvolver uma análise crítica acerca do uso da identidade e identitarismo como formas de desqualificação das lutas históricas de grupos subalternos.
dc.identifier.urihttps://repositorio.uvv.br/handle/123456789/2365
dc.language.isopt_BR
dc.subjectAutoetnografia
dc.subjectInterseccionalidades
dc.subjectWoke
dc.subjectDiversidade
dc.subject.vocabularyCIENCIAS SOCIAIS APLICADAS
dc.titleNão é sobre identidade: uma autoetnografia interseccional
dc.typeDissertation

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