Intercorrências no uso da toxina botulínica na estética facial

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A toxina botulínica (TB), produzida pela bactéria Clostridium botulinum, é uma neurotoxina potente que inibe a liberação de acetilcolina nas terminações nervosas, causando relaxamento muscular. Inicialmente ela foi usada para tratar estrabismo e espasmos. Entretanto, tem sido amplamente aplicada na estética desde sua autorização pela ANVISA em 2000, suavizando rugas e corrigindo assimetrias faciais. Este estudo teve como objetivo identificar as principais complicações associadas ao uso de toxina botulínica em procedimentos faciais. A revisão bibliográfica foi realizada nas bases de dados Google Acadêmico, PubMed e SciELO, com buscas realizadas nos últimos 10 anos, em português e inglês. Entre as principais complicações encontradas estão: ptose palpebral, edema, hematoma, cefaleia, equimoses, diplopia, reações alérgicas e alterações funcionais. Para minimizar esses riscos, é fundamental seguir rigorosamente todos os protocolos, normas, indicações e dosagens recomendadas. Diante disso, a maioria das complicações decorrentes do uso da toxina botulínica em tratamentos estéticos tem duração limitada e não apresenta risco elevado para a saúde dos pacientes.

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