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https://repositorio.uvv.br//handle/123456789/1888
Título: | Análise macroespacial da dieta do gato-maracujá (Leopardus wiedii) ao longo de sua distribuição geográfica |
Autor(es): | Alzuguir, Luiza de Carvalho |
Orientador(es): | Araujo, Ana Carolina Srbek de |
Palavras-chave: | Amplitude de nicho - Ecologia trófica - Hábito alimentar - Áreas protegidas - Sobreposição de nicho |
Data do documento: | 31-Out-2024 |
Resumo: | A relação entre predadores e presas é um processo ecológico importante que influencia os dois grupos mutuamente, podendo variar espacialmente. O presente trabalho objetivou determinar a composição e a variação da dieta do gato-maracajá ao longo de sua distribuição geográfica. Para isso, realizou-se revisão de literatura em plataformas online utilizando-se buscadores relacionados ao gato-maracajá e sua dieta. Foram incluídos diferentes tipos de trabalhos (artigos, notas, dissertações e teses), empregando diferentes métodos de investigação (conteúdo estomacal, amostra fecal e observação direta), sem restrição quanto ao ano de publicação. As informações reunidas foram utilizadas na caracterização das presas consumidas e na comparação da dieta ao longo da distribuição do predador. Foram identificados 28 estudos, dos quais 75,0% são publicações científicas e 25,0% são trabalhos acadêmicos, estando distribuídos irregularmente, tanto temporal quanto espacialmente. Foram identificados 126 tipos de itens alimentares, sedo 93,7% de origem animal e 6,3% de origem vegetal. O gato-maracajá se alimenta predominantemente de vertebrados, principalmente mamíferos (56,8% dos itens animais), sendo as ordens Rodentia e Didelphimorphia as mais consumidas (80,6% dos mamíferos). A dieta variou de acordo com o nível de proteção das áreas, sendo a dieta nas áreas não protegidas mais diversa em relação às classes consumidas, mas menos variada em relação às ordens de mamíferos utilizadas. As presas terrestres foram mais representativas (quali e quantitativamente), o que pode representar a retenção da condição ancestral do gato-maracajá. Neste sentido, sugere-se que o hábito locomotor semi-arborícola esteja relacionado a adaptações secundárias, derivadas principalmente de estratégias para reduzir a competição pelo uso do espaço com outros felinos. |
URI: | https://repositorio.uvv.br//handle/123456789/1888 |
Aparece nas coleções: | Dissertação de Mestrado |
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